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Amamos Travestis

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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Câmara de sexo Travesti

Olhem só esse video, que boa idéia para montar uma indústria do sexo numa cidade. Mas, ao invés de usar mulheres, nós poderíamos usar travestis. Assim, numa jornada de trabalho de 8 horas, cada travesti poderia satisfazer sexualmente cerca de 8 a 16 homens, caso eles ficassem cada um uma hora ou meia hora na casa. Com a vantagem de que o sujeito poderia foder com quantas travestis ele quisesse, desde que fosse durante o período de meia hora ou de uma hora. Essa idéia industrial valeria ouro na China aonde já existem mais de 30 milhões de homens a mais do que mulheres e que até 2030 vai haver mais de cem milhões de homens a mais do que mulheres. Matematicamente é impossível que esses homens sejam sexualmente satisfeitos, mesmo que se conseguisse uma mulher para cada um, ainda faltariam cem milhões de mulheres. A minha solução para esse problema da China é a fabricação em massa de Travestis para satisfazer sexualmente os homens em uma escala industrial. E isso pode ser feito em todos os países. Talvez seja a missão do Brasil dar o exemplo ao mundo e iniciar esse processo, com essa inovação disruptiva que vai diminuir drasticamente o poder sexual das mulheres sobre os homens em todos os países da Terra.



Olhem só uma idéia similar: Uma Gloryhole de Travestis:




Olhem só mais um video, com uma visão bem próxima à imaginada por mim, que seria uma casa, igual à daquelas mulheres do primeiro video; mas ao invés de serem mulheres a serem fodidas, seriam Travestis. E os homens poderiam pagar um ingresso para ficar meia hora ou uma hora e foder com tantas travestis eles quisessem.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Priscilla Portilho é a nova Miss Transexual de MS


Foram 8 concorrentes, representando Anastácio, Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Jateí, Ladário, Ponta Porã e Três Lagoas. Todas avaliadas pela postura no palco, popularidade e traje, além da representavidade social. Em 1º lugar Priscilla Portilho levou a coroa, o 2º foi de Danielle Moratto, e 3º lugar foi de Pamella Martins de Macedo, além do prêmio de Miss simpatia, votado pelas próprias candidatas, que ficou com Val Perez.
Além da coroa, faixa e buquê de flores, a vencedora levou um contrato de 3 meses com a boate patrocinadora, uma posição para representar a Associação das travestis e transexuais de Mato Grosso do Sul (ATMS) em eventos e palestras, um prêmio de R$ 1 mil, e um lugar para representar o estado no concurso nacional que acontecerá em 2019 no Rio de Janeiro e promete abrir muitas portas para as candidatas de mais destaque.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

"Sou um pântano de arrependimento", diz transexual após cirurgia de mudança de sexo

"Sou um pântano de arrependimento", diz transexual após cirurgia de mudança de sexo



NOVA IORQUE, 05 Dez. 18 / 10:25 am (ACI).- Andrea Long Chu é o nome de um transexual que decidiu partilhar o seu testemunho antes de fazer a cirurgia de mudança de sexo, revelando a tragédia e o paradoxo que estas pessoas vivem sendo enganadas pela ideologia de gênero.
"Na próxima quinta-feira terei uma vagina. Este procedimento dura aproximadamente seis horas e estarei em recuperação durante pelo menos três meses. Até o dia em que morrer, meu corpo verá a vagina como uma ferida e, como resultado, exigirá uma atenção regular e dolorosa. É isso que eu quero, mas não há garantia de que isso me fará feliz. Na verdade, não espero que o faça, mas isso não me desqualifica de querer tê-la", escreve Chu em um artigo intitulado" My New Vagina Won’t Make Me Happy"(Minha nova vagina, não me fará feliz), publicado em 24 de novembro em ‘The New York Times”.
"Também gostaria de dizer que ser trans é a segunda pior coisa poderia ter acontecido comigo. A pior coisa foi ter nascido homem. A disforia (de gênero) é muito difícil de descrever para aqueles que não a viveram, é como um sabor", acrescentou.
De acordo com Chu, a definição "oficial" de disforia de gênero é como "a constante insatisfação que alguns transgênero sentem na incongruência do gênero e o gênero que se assignaram a si mesmos, termina por não ser satisfatório”.
A ideologia de gênero ou a abordagem de gênero é uma corrente que considera que o sexo não é uma realidade biológica, mas uma construção sociocultural. Atualmente, vários governos tentam impor isso através da educação das crianças e jovens.
Para Chu, "a disforia é como a incapacidade de poder agasalhar-se, não importa quantos casacos você colocar. É como se tivesse com fome, mas sem apetite, como pegar um avião para ir para casa apenas para perceber que isso é tudo: você vai passar o resto da sua vida em um avião. É como se tivesse de luto sem ter nada pelo qual chorar".
Depois de reconhecer que a "transição não é a resposta para todos", Chu assinala que os "hormônios e a cirurgia podem e devem ser negados aos pacientes que querem quando tais tratamentos razoavelmente não podem gerar a expectativa de 'maximizar os bons resultados'".
"No fundo de tudo isso, como um tubérculo, há uma ideia sensível e acharão que eu sou boba por mostrá-la. É isso: as pessoas fazem a transição porque acreditam que se sentirão melhor. Mas na verdade esta ideia é errada", lamenta.
"Eu me sinto pior desde que comecei a tomar hormônios. Uma das razões é que, sem os limites do armário, vários anos desejando a feminilidade que nunca tive inundaram a minha consciência. Sou um pântano de arrependimento. Outra razão é que tomo estrogênio: algo que reprime e esconde a tristeza, um remédio da cor da água-marinha que garante, mais ou menos, muitas lágrimas nos próximos seis ou oito horas", continua.
"Antes eu não sentia com vontade de suicidar-me, agora acontece com frequência".
"Provavelmente não tentarei. Matar é nojento. Eu não digo isso porque quero que sintam compaixão de mim, mas para que se preparem para isso que vou dizer agora: Ainda quero tudo isso. Quero as lágrimas, quero a dor. A transição não precisa me fazer feliz para querê-la", admite Chu.
"Como as coisas estão atualmente, só há uma maneira de conseguir os hormônios e a cirurgia: pretender que estes tratamentos façam que a dor desapareça", continua.
"Nada, nem sequer uma cirurgia, me dará a silenciosa simplicidade de sempre ter sido uma mulher. Viverei com isso, ou não. Tudo bem. As paixões negativas - dor, auto aversão, vergonha, arrependimento - são um direito humano tão universal quanto o cuidado da saúde ou da comida", continua.
Nesse sentido, Chu conclui o seu testemunho reconhecendo que "não há bons resultados na transição, somente há pessoas implorando para serem levadas a sério".


Meus comentários: Mais uma prova que eu sempre tive razão ao combater a idéia das Transexuais fazerem cirurgia de mudança de sexo. As cirurgias devem ser apenas plásticas para feminizar a aparência e nada mais. Nós devemos almejar sermos TRAVESTIS e não Transexuais, que são pessoas com problemas psiquiátricos, como bem demonstra esse testemunho. Isso é culpa da Ideologia de Gênero que as feministas fizeram se infiltrar nos meios acadêmicos e que afirma que a pessoa pode escolher à vontade o próprio gênero, de maneira cultural. Eu não acredito nisso. O nosso objetivo aqui não é transformar homens em mulheres; mas transformar homens em Travestis. O nosso objetivo é apenas a aparência e não a destruição do sexo masculino. Queremos apenas mudar a aparência para uma aparência de mulher, virando travestis; mas sem tirar o próprio pênis. E esse deve ser o nosso objetivo. Por isso sempre defendi que o processo de virar uma travesti fosse encarado com um esporte, do tipo do fisiculturismo, do Arnold Schwarzenegger. 


terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Travesti Patricia Reis compete com mulheres na Copa Carioca de fisiculturismo

Priscila Reis falou sobre sua participação na Copa Carioca e desmentiu rumores de que tenha sido vítima de preconceito por ser transgênera


C2 studio / MF Press Global
Priscila Reis é uma atleta trans de fisiculturismo

No último sábado, no Rio de Janeiro, aconteceu mais uma edição da Copa Carioca de fisiculturismo. O evento foi realizado pela IFBB Rio no Centro de Convenções Sulamérica, na capital fluminense, com atletas das mais diversas categorias em busca do sonho de ser campeão.

Leia também: Ele sofreu preconceito por ser magrelo e hoje é um "monstro" no fisiculturismo

Dentre as competidoras da categoria wellness de fisiculturismo , uma chamou atenção de forma diferenciada: a atleta Priscila Reis, que é transexual e compete com mulheres cis gênero (mulheres que identificam-se com o gênero de nascença), na categoria acima de 1,68m.

Priscila, que foi vice campeã do Mister Saquarema recentemente, conquistou o quarto lugar na Copa Carioca.

"Apesar de não ter sido a campeã, não irei desistir de continuar disputando outros campeonatos. Vão ter trans disputando com mulher cis gênero sim. Eu me sinto vitoriosa só de quebrar esse tabu, de mostrar pra minha classe que podemos ser nossas próprias inspirações. Estou feliz em fazer o que gosto", disse Priscila.

Após a divulgação dos resultados, aconteceram especulações nas redes sociais de que a atleta poderia não ter conquistado o primeiro lugar por discriminação, justamente pelo fato de ser trans.

Priscila, no entanto, negou que tenha sofrido preconceito e falou sobre seu desempenho na competição. "Não sou uma vitimista. Não gosto de criar desculpas para as coisas que acontecem. Não posso afirmar que não ganhei por ser a única trans no meio das mulheres. É uma acusação séria, e eu teria que ter provas para alegar isso", comentou.

Leia também: Atleta inicia carreira no fisiculturismo e é campeã em sua primeira competição

"Eu acredito que não ganhei porque os juízes escolheram a que mais se adequava nos quesitos estabelecidos por eles, não por preconceito . Sou novata em competições de fisiculturismo e ainda não estou tão conhecida, não sei. Mas fico feliz por ter participado e representado minha classe", completou Priscila.


Sobre a campeã, Priscila disse que a vitória foi merecida e as lições aprendidas com a participação na competição. "A questão de eu falar que fui prejudicada pelos árbitros por ser transexual não procede. Pelo menos eu, de verdade, espero que não seja real . Na minha opinião, acho que a Yara Silva mereceu a vitória. Eu a admiro. Ela só esse ano competiu nove vezes, tem anos de palco e experiência", disse.

"Este é apenas o meu segundo campeonato. De qualquer modo, ainda me sinto feliz por ter competido. Tive apoio da minha família e amigos, minha mãe esteve presente comigo no campeonato, e me sinto uma vencedora, mesmo sem o título", finalizou a atleta trans.




Priscila Reis afirma que está com outros planos e metas para o ano que vem após a competição. "É agora me preparei melhor pro ano de 2019, onde estarei analisando quais campeonatos irei participar. Agora quero focar no carnaval”, concluiu.

Fisiculturismo é esporte?C2 studio / MF Press Global
Priscila Reis é uma atleta trans de fisiculturismo

Leia também: Ex-jogador de futebol supera a depressão e se torna campeão de fisiculturismo

O fisiculturismo é considerado um esporte. A modalidade, inclusive, foi aceita para estar na próxima edição dos Jogos Pan-Americanos de 2019 , em Lima, no Peru, valendo medalhas - a inclusão foi definida durante reunião da ODEPA (Organização Desportiva Pan-Americana) em Doha, no Catar. Também conhecido como culturismo, ele premia o atleta fisiculturista que melhor molda seu corpo. Juízes avaliam volume, simetria, proporção e definição dos músculos.

Link deste artigo: https://esporte.ig.com.br/maisesportes/2018-12-03/fisiculturismo-atleta-trans-priscila-reis.html

Fonte: Esporte - iG @ https://esporte.ig.com.br/maisesportes/2018-12-03/fisiculturismo-atleta-trans-priscila-reis.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Graziela Cinturinha ensina como usar um dildo


C&A abre mil vagas para travestis e transexuais em todo o Brasil

C&A abre mil vagas para travestis e transexuais em todo o Brasil
Em parceria com a Transempregos, rede de lojas pretende diversificar seu quadro de funcionários.

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C&A abre mil vagas para pessoas trans em todo o Brasil. (Foto: Divulgação)
A rede de lojas C&A, em parceria com a Transempregos, está disponibilizando 1000 vagas de trabalho em todo o Brasil. A empresa procura promover a diversidade em suas lojas e está com vagas abertas também para pessoas trans. Segundo o anúncio das vagas, a empresa acredita na inovação e tendências democráticas da moda atual e por isso pretende diversificar seu quadro de funcionários.
A C&A é uma empresa multinacional holandesa que está no mercado mundial há mais de 175 anos. No Brasil, a marca já atua há mais de 40 anos onde a empresa conta com mais de 15 mil funcionários. As lojas espalhadas pelo Brasil já somam 270 unidades, e ainda a empresa conta com serviço de e-commerce que atende mundialmente.
Para concorrer às vagas da C&A é necessário atender a alguns requisitos. A empresa solicita que os candidatos tenham ensino médio completo. Além disso, a pessoa interessada deve ser dinâmica e pró-ativa, com interesse em estudar e se aperfeiçoar em cursos de moda. Se a candidata possuir experiência em atendimento ao cliente, será um diferencial. No entanto, a empresa não exige que a interessada tenha experiência.
Outras solicitações para preencher as vagas são iniciativa, protagonismo, isto é, que tenha habilidade na resolução de problemas. Além disso, é necessário que a candidata saiba compreender. Ouvir e aprender sempre mais com os problemas ou resoluções no ambiente de trabalho é essencial. A empresa busca ainda pessoas que tenham vontade de trabalhar e crescer, corrigindo erros e se aperfeiçoando para realizar as tarefas cada vez melhor.
Para se candidatar, basta acessar o site Vagas ou se candidatar pessoalmente em alguma loja da C&A diretamente no setor de Operação de Loja. As oportunidades estão disponíveis em todo o país.

Transempregos

A Transempregos é uma organização que cria parceria com empresas para facilitar o acesso de pessoas trans ao trabalho. Desde o início de suas atividades, muitas pessoas já conseguiram postos de trabalho formais. Com o grande preconceito que ainda está nas instituições, a população trans encontra grandes dificuldades para conseguir um emprego.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Economia, industriosidade e autosuficiencia


É claro que eu não poderia deixar de postar um videozinho de sacanagem; mas uma coisa muito importante daqui pra frente, para todos os brasileiros será alcançar a autossuficiência. Ser autossuficiente significa viver dentro de suas possibilidades, poupar o que puder, ser frugal, ser econômico e ter industriosidade na sua vida. Não é preciso sempre chamar alguém para resolver um problema e pagar por isso, quando nós mesmos pudermos fazer. Precisamos sempre poupar uma parte do dinheiro que ganhamos e nunca gastarmos tudo o que recebemos. Temos que tomar cuidado com mulheres e com prostituição, para não gastarmos todo o nosso dinheiro nisso. Precisamos produzir nos nossos quintais o máximo possível de alimentos que conseguirmos, através de hortas, plantações, criação de pequenos animais. Precisamos economizar energia elétrica e combustível, se possível, instalando painéis solares fotovoltaicos no telhado de nossas casas, para não dependermos mais da distribuidora de energia. Aonde for permitido, podemos perfurar um poço semi-artesiano para nos dar água. Devemos ter uma reserva de alimentos e medicamentos e água em nossas casas para no mínimo seis meses, sendo que de preferência deve ser para um ano. Podemos começar com uma reserva pequena, para uma semana e depois, ir aumentando para duas, três semanas, um mês, dois meses, até chegar em uma reserva de seis meses. Isso nos tornará previdentes e nos protegerá de catástrofes naturais ou econômicas, como a perda inesperada de um emprego, ou um gasto extra que não estávamos contando. Não existe um manual melhor para a vida, do que os Ensinamentos do Presidente Brigham Young, que foi o segundo presidente dos Mórmons. A sabedoria dele, a sua bondade, simplicidade e industriosidade deveriam ser matéria obrigatória em todas as escolas. Logo abaixo seguem os capítulos do livro: Os Ensinamentos do Presidente Brigham Young:

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Brigham Young

CAPÍTULOTÍTULOPÁGINA

Manual Completo

 
Introdução 
Resumo Histórico 
O Ministério de Brigham Young 
A Definição do Evangelho 
Viver o Evangelho 
Conhecer e Honrar a Deidade 
Aceitar a Expiação de Jesus Cristo 
A Comunicação entre Deus e o Homem 
O Plano de Salvação 
Fé no Senhor Jesus Cristo 
Arrependimento e Batismo 
A Influência do Espírito Santo 
Decidir-se pelo Caminho da Obediência 
Prevenir-se da Apostasia Pessoal 
Preparar-se para o Progresso Eterno 
As Dispensações do Evangelho 
O Estabelecimento no Oeste 
A Construção de Sião 
As Escrituras 
O Sacerdócio 
A Sociedade de Socorro e a Responsabilidade Individual 
A Organização e o Governo da Igreja 
Honrar o Dia do Senhor e o Sacramento 
O Dízimo e a Consagração 
Compreender o Novo e Eterno Convênio do Casamento 
Ensinar a Família 
Cultivar Gratidão, Humildade e Honestidade. 
A Felicidade e o Bem-Estar Social 
Aprender pelo Estudo e pela Fé 
Exercer Autocontrole 
Viver a Palavra de Sabedoria 
Desenvolver Atitudes Cristãs para com Outras Pessoas. 
Economia, Industriosidade e Auto-Suficiência 
A Riqueza Material e o Reino de Deus 
A Obra Missionária 
Fortalecer os Santos por meio dos Dons do Espírito 
As Bênçãos das Provações, dos Castigos e da Perseguição 
Os Governos da Terra e o Reino de Deus. 
Compreender a Morte e a Ressurreição 
O Mundo Espiritual 
O Julgamento Eterno 
A Salvação por intermédio de Jesus Cristo 
As Ordenanças do Templo 
O Serviço no Templo 
Nossa Busca da Verdade e do Testemunho Pessoal 
O Reino de Deus e a Coligação de Israel 
Os Últimos Dias 
A Responsabilidade dos Pais 
O Testemunho do Presidente Brigham Young Concernente ao Profeta Joseph Smith 
Apelo à Unidade, um Testemunho e uma Bênção.
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