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sábado, 9 de maio de 2015

China: Excesso de homens solteiros pode causar guerra

China: Excesso de homens pode causar guerra Estudo sugere que excesso de homens ameaça a segurança da China e a estabilidade da região MARCELO MUSA CAVALLARI Para os fãs de filmes de caratê do mundo inteiro, o templo de Shaolin é uma espécie de meca da peculiar combinação de sabedoria e artes marciais que caracteriza o estereótipo do monge chinês. Para duas intelectuais americanas, no entanto, Shaolin e outros milhares de similares que floresceram na China no passado são precedentes de uma tendência perigosamente exacerbada na Ásia contemporânea: o excesso de homens jovens solteiros. Para Valerie Hudson e Andrea Den Boer, autoras de um estudo recém-publicado nos Estados Unidos, a exagerada desigualdade da mulher nas sociedades asiáticas, e na chinesa principalmente, levou a uma desproporção entre o número de homens e mulheres que ameaça qualquer possibilidade de democracia e põe em risco a segurança de toda a região. Na tradicional coletânea de versos chineses que se acredita datar de pelo menos 700 anos antes de Cristo, consta um poema sintomático: "Quando nasce um filho, ponha-o a dormir na cama, vista-o com roupas finas e dê-lhe jade para brincar. Quando nasce uma filha, ponha-a a dormir no chão, embrulhe-a com pano comum e dê-lhe cacos de telha como brinquedo". Longe de diminuir essa preferência por filhos homens, até certo ponto justificada num ambiente rural, em que a existência de mais homens significa mais força de trabalho e, portanto, mais riqueza, o progresso chinês só piorou as coisas. Desde a metade da década de 1980, a ultra-sonografia tornou-se acessível aos chineses. Combinada com a obrigatoriedade de que cada casal tenha apenas um filho, imposta pelo governo comunista para tentar controlar o crescimento da gigantesca população do país, a nova tecnologia criou um efeito devastador. De posse da informação sobre o sexo do futuro bebê, os casais passaram a optar pelo aborto de meninas. A proporção normal entre homens e mulheres no nascimento é de 105 meninos para cada cem meninas. Na China, essa proporção varia de 113 meninos para cada cem meninas a 121 meninos para cada cem meninas, dependendo da fonte dos dados. Essa acentuada desproporção gera um excesso de cerca de 119 milhões de homens na população de 1,3 bilhão de habitantes. A China terá 33 milhões de jovens que não conseguirão se casar O que preocupa Valerie, professora de Ciência Política da Universidade Brigham Young, nos EUA, e Andrea, da Universidade de Kent, no Reino Unido, é o impacto que um grupo específico desses homens sem mulher tem sobre a sociedade: os jovens entre 15 e 34 anos. Valerie e Andrea calculam que a China terá cerca de 30 milhões de jovens que não conseguirão casar nos próximos 20 anos. E essa é uma estimativa cautelosa, que usa apenas a proporção entre meninos e meninas no nascimento. A exagerada preferência por filhos homens leva as meninas a receber menos cuidados, resultando numa taxa de mortalidade maior entre elas. Sem falar na prática de abandonar meninas bebês para morrer, um hábito ainda existente na China. O resultado é um tipo de jovem conhecido há tanto tempo na China, que tem até um nome tradicional. São os guang gun-er, ou "galhos secos": os ramos de uma árvore genealógica que nunca darão frutos. A análise dos dados demográficos e da história da China mostra um quadro assustador. Numa sociedade em que as mulheres são escassas, há a tendência de que elas se casem "para cima", isto é, com homens de condição social melhor que a delas. Com isso, os "galhos secos" se concentram entre os mais pobres, os ä menos educados e os que menos têm a perder, ou ganhar, na vida. Associado ao fato de que, no mundo todo, os homens com idade entre 15 e 35 anos formam o grupo responsável pela maioria dos atos violentos de uma sociedade, esses 33 milhões de "galhos secos" prometem problema. A China já viu o fenômeno algumas vezes, afirmam Valerie e Andrea. Afastados do ambiente familiar, sem apego a nenhuma profissão, os jovens solteiros tendem a viver juntos e formar grupos criminosos. No século XIX, bandos como esses, que se dedicavam ao contrabando, acabaram organizando uma rebelião que levou anos para ser contida. A Revolta Nien perdurou de 1855 a 1868 e as gangues, no auge de seu poder, controlavam um território com 6 milhões de habitantes. Os "galhos secos" concentram os mais pobres e menos educados Uma das alternativas para esses jovens solteiros na China era a internação em um mosteiro, como o Shaolin. Ao contrário da imagem dos monges ocidentais, observa Valerie, "os monges na história chinesa continuavam bastante envolvidos com assuntos mundanos. Proezas marciais e a acumulação de riqueza ganha desonestamente eram freqüentemente associadas a alguns mosteiros e irmandades de caráter religioso." Várias irmandades que misturavam crime, artes marciais e envolvimento político floresceram ao longo do século XIX. Em 1900 e 1901, os boxers, responsáveis por uma rebelião contra estrangeiros, foram instrumentalizados pelo imperador e são celebrados até hoje pelo governo chinês como precursores do antiimperialismo. Atualmente, 97% dos adultos solteiros da China são homens. Entre a gigantesca população de trabalhadores migrantes que circula de cidade em cidade vivendo de subempregos, cerca de 80% têm menos de 35 anos e de 75% a 80% são homens. Esse contingente, de cerca de 150 milhões de migrantes, já é apontado em toda a China como responsável pela maior parcela da criminalidade local. Em regiões desenvolvidas do país, eles respondem por mais da metade de todas as prisões. Valerie e Andrea afirmam que projetos de construção gigantescos, como as hidrelétricas em implantação hoje na China, integram a estratégia do governo para tirar ao menos parte desses solteiros perigosos do crime. Em primeiro lugar, empregando-os em tarefas que exigem pouca educação. Em segundo lugar, porque a taxa de mortalidade nessas obras é grande. O perigo maior, porém, relatam as autoras, é a tentação de agregar grandes quantidades desses solteiros às Forças Armadas e mandá-los para uma guerra qualquer, em que eles morram aos milhares. Num país autoritário como a China e cheio de disputas territoriais e políticas com vizinhos, a tentação é perigosíssima.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR65441-6013,00.html Meus comentários: Eu sou a primeira e única pessoa do mundo que sabe a solução para esse problema: fabricar travestis em massa. E olha, as travestis são a única esperança da humanidade de evitar a terceira guerra mundial. Porque não existe outra solução para o problema dos homens solteiros da China a não ser as travestis. E nós teremos que transformar uns 15 milhões de homens chineses em travestis, para se casarem com os outros 15 milhões de homens solteiros da China. Isso, se nós fabricarmos as travestis usando os próprios homens solteiros da China, porque se nós tivermos que exportar travestis do ocidente para satisfazer os homens solteiros da China, então serão necessários pelo menos 30 milhões de travestis até a próxima década. Mesmo se todos os homens brasileiros virassem travestis e fossem exportados para a China, ainda assim, faltariam vários milhões de travestis para satisfazer os homens chineses. Porque lá na China a situação é até pior do que aqui, porque lá, os chineses não encontram uma esposa não porque as mulheres chineses são feministas psicopatas, como as nossas; mas porque simplesmente não existem mulheres em número suficiente para os homens da China. Segundo as estatísticas, na China Comunista, pelo menos 30 milhões de homens ficarão para sempre solteiros, porque faltam mais de 30 milhões de mulheres para os homens da China. E lembrem-se que a China é uma superpotência militar e econômica, que possui o terceiro maior arsenal de armas nucleares da Terra. Imaginem um daqueles 30 milhões de homens frustrados da China tendo acesso aos códigos de lançamento dos misseis nucleares chineses? E nós sabemos muito bem que os homens, quando não conseguem o sexo que querem, ficam putos da vida e adotam estilos de vida Kamikazes e suicidas. Já imaginaram um general chinês puto da vida porque nunca conseguiu uma namorada? Pense nesse general tendo acesso a alguma arma nuclear e nós já podemos imaginar o caldo apocalíptico da ameaça que a China representará. Assistam ao filme do Stanley Kubrick: "Dr. Fantástico" aonde um general dos EUA, transtornado por nunca conseguir fazer sexo, decide lançar um ataque nuclear não-autorizado contra a URSS. E lá na China, nós temos 30 milhões de homens transtornados por nunca fazerem sexo. Nós teremos que transformar uma parte dos homens chineses em travestis, e as demais trans, deverão ser exportadas como commodities para a China. Se eu tivesse algum poder no Brasil, eu fabricaria milhões de travestis e as mandaria para a China em troca da tecnologia militar das armas nucleares e dos misseis balísticos intercontinentais, que é outro grande objetivo meu: o de dotar o Brasil com armas nucleares o mais rapidamente possível, porque sem armamento atômico, o Brasil nunca se tornará uma superpotência econômica e militar.

 





Se nós não formos capazes de fabricar dezenas de milhões de travestis em massa, para exportarmos para a China, então a cada ano que passa o risco do apocalipse nuclear se torna cada vez mais próximo, porque embora para nós, adotarmos as travestis seja uma questão de boicote contra as mulheres feministas e seja uma ESCOLHA nossa, no caso da China isso não é uma escolha; mas a ÚNICA ALTERNATIVA. Se nós não fabricarmos nos próximos dez anos, 30 milhões de travestis para mandarmos para China; nós teremos mais de 30 milhões de homens chineses frustrados, solitários, cheios de dinheiro, de poder e de armas nucleares, mas com vidas que não valem a pena serem vividas. E homens assim, tendo acesso às armas nucleares, nós já sabemos o que PODE acontecer. Portanto, a única chance que nós temos de impedir a terceira guerra mundial, provocada pelos punheteiros chineses, será se nós nos transformarmos em uma grande fazenda exportadora de travestis para a China. Nós precisamos exportar travestis, como nós exportarmos gado para a China. As travestis serão a commoditie de exportação do século XXI do Brasil. Nós já nos tornamos exportadores líquidos de travestis, especialmente para a Europa. Agora, o novo mercado será a China. E nós não temos escolha, nós teremos que exportar TRAVESTIS, porque as mulheres são covardes demais, orgulhosas demais, egoístas demais e psicopatas demais, para se voluntariarem em irem para China satisfazer os homens chineses. Só as travestis são taradas o bastante para toparem uma parada dessas. Uma alternativa a isso seria exportarmos o Know How de fabricação de travestis e ensinar os chineses a transformarem os próprios homens deles em travestis, Com isso, com apenas 15 milhões de travestis, seria possivel arrumar esposa para os 30 milhões de homens solitários da China, já que as travestis seriam recrutadas dentre aqueles próprios homens da China.

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