> Amamos Travestis: Feministas da Unicamp ameaçam cortar a pica das travestis que frequentam o banheiro feminino
Amamos Travestis

Amamos Travestis

sábado, 9 de maio de 2015

Feministas da Unicamp ameaçam cortar a pica das travestis que frequentam o banheiro feminino

Banheiros da Unicamp são pichados com mensagens contra transexuais 16
Fabiana Marchezi Do UOL, em Campinas (SP) 08/12/201415h38 > Atualizada 08/12/201416h24 Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro Ampliar
Banheiros da Unicamp recebem pichações contra transexuais5 fotos
3 / 5 Banheiros da Unicamp foram pichados com mensagens contra transexuais. "Quando eu vi as pichações no banheiro, fiquei com muito ódio. O banheiro é o lugar onde a gente vai para se sentir protegida. Eu estudo na Unicamp há dez anos e, no começo, eu chegava a evitar os banheiros femininos coletivos", diz doutoranda em teoria literária Amara Rodovalho, 29 Leia mais Arquivo 
pessoal
 Alunas transexuais da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) denunciaram supostas ameaças e atitudes preconceituosas que teriam ocorrido em banheiros femininos da instituição. Fotos registradas pelas estudantes mostram que os sanitários têm sido palco de pichações transfóbicas, como "Vamos cortar a sua pica"; "Ser mulher não é calçar os nossos sapatos"; "Não deixe que os machos invadam seus espaços".
 Nesta segunda-feira (8), a doutoranda em teoria literária Amara Rodovalho, 29, que encabeça o movimento contra a transfobia na universidade, contou que as pichações começaram há cerca de duas semanas e vêm provocando revolta e ódio entre as quatro alunas transexuais do campus. "Quando eu vi as pichações no banheiro, fiquei com muito ódio. O banheiro é o lugar onde a gente vai para se sentir protegida. Eu estudo na Unicamp há dez anos e, no começo, eu chegava a evitar os banheiros femininos coletivos", diz a doutoranda, que é transexual.
 
Banheiros da Unicamp recebem pichações contra transexuais5 fotos
1 / 5 Banheiros da Unicamp foram pichados com mensagens contra transexuais. "Quando eu Amara afirma que já encaminhou o caso à Diretoria Acadêmica. "Vamos levar o caso ao Centro de Referência de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais de Campinas para que eles exijam que a Unicamp faça um programa de conscientização das pessoas que frequentam o campus", disse. A estudante acredita que é preciso conscientizar toda a comunidade, já que muitas vezes o preconceito vem inclusive de funcionários e professores. "Alguns têm dificuldade de aceitar nosso nome social, por exemplo. Além disso, há casos de pessoas que querem nos tratar como se fossemos do sexo que não reconhecemos. Nós somos do gênero que reconhecemos, independentemente do órgão genital", disse. Amara diz que uma estudante transexual abandonou o mestrado por não aguentar a pressão sofrida na instituição. Um outro colega trans entrou em depressão profunda após ter problemas com a família e não encontrar ajuda na assistência social da universidade. "No lugar de dar apoio, a assistente social o tratava no feminino todo o tempo. Com certeza, isso piorou a situação dele, que no momento é bastante delicada". Ela também informou que ele chegou a ser internado, mas já deixou o hospital. O aluno não tem frequentado as aulas.
 
Banheiros da Unicamp recebem pichações contra transexuais5 fotos
2 / 5 Banheiros da Unicamp foram pichados com mensagens contra transe Para a pesquisadora, o preconceito deve deixar de existir com a conscientização. "Como somos só seis em uma comunidade de cerca de 40 mil estudantes, falta o costume de ver pessoas trans no dia a dia. Infelizmente, a maioria dos estudantes ainda está acostumada a ver travestis e transexuais só na marginalidade ou em subempregos. Quando nos veem circulando pela universidade, trabalhando em bons empregos, se assustam e reagem", comentou. A doutoranda também disse acreditar que as pichações são manifestações individuais e isoladas. "Eu não acho que as pichações venham de grupos feministas, mas de mulheres isoladas, que se julgam feministas ao defenderem os interesses das pessoas que portam vagina original de fábrica", concluiu. Em nota, a Unicamp rechaçou os atos de preconceito e ameaças, mas não informou se vai adotar alguma medida para combater os atos. "A Unicamp repudia toda manifestação ou ato que implique em discriminação de qualquer natureza. O acesso aos banheiros do campus é franqueado a estudantes, professores e funcionários independentemente da identidade de gênero". Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/12/08/banheiros-da-unicamp-sao-pichados-com-mensagens-contra-transexuais.htm#fotoNav=2
Meus comentários: A UNICAMP rejeita o preconceito e ameaças, mas continua a pagar palestras de feministas misândricas que promovem o ódio contra os homens e contra as travestis. A UNICAMP, assim como a maioria das Universidades Federais brasileiras (a UNICAMP é uma Universidade Estadual), também já foi totalmente infiltrada pelas feministas e se tornou apenas um aparelho de difusão do ódio misândrico contra homens e contra as travestis.

UNICAMP feministas

Alunas pedem mais respeito da reitoria da Unicamp Foto: Divulgação

Punheta grátis para as travestis Masculinistas

Seja uma travesti masculinista

Travestis são mais evoluidas

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...