> Amamos Travestis: “O ódio aos homens está por toda parte, camuflado de ceticismo e ambivalência.”
Amamos Travestis

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quarta-feira, 6 de julho de 2016

“O ódio aos homens está por toda parte, camuflado de ceticismo e ambivalência.”

“O ódio aos homens está por toda parte, camuflado de ceticismo e ambivalência.”
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Judith Levine, Diretora do Centro Nacional pela Razão e Justiça, EUA.

“O ódio aos homens está por toda parte. Mas ele é sempre distorcido, transformado, camuflado, tranquilizado, e qualificado. Ele coexiste, nunca pacificamente, com o amor, o desejo, o respeito e a necessidade que as mulheres também sentem pelos homens. O ódio aos homens é sempre oculta pela sua versão mais amena, mais diplomática e cética: a ambivalência.”

“Man-hating is everywhere, but everywhere it is twisted and transformed, disguised, tranquilized, and qualified. It coexists, never peacefully, with the love, desire, respect, and need women also feel for men. Always man-hating is shadowed by its milder, more diplomatic and doubtful twin, ambivalence.”

Judith Levine, “My Enemy, my Love: Man-hating and ambivalence in women’s lives”, 1992.

“Feminismo politizou raiva de divorciadas ricas por seus ex-maridos como opressão.”
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– Dra. Warren Farrell, Depto de Psicologia na Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, e ex-diretor da National Organization for Women nos EUA.

“Nossos pais lutavam pela sobrevivência da família e tinham apenas obrigações. Quem conseguia escapar dessa sina era uma minoria com dinheiro sobrando no bolso. O feminismo surgiu nesse grupo privilegiado.

Nos anos 60, muitas mulheres das classes média e alta, que haviam se casado com homens bem-sucedidos e provedores, passaram a se sentir oprimidas. Queriam mais poder na família, chance de trabalhar e liberdade sexual — mas não eram compreendidas pelo marido. Não é para menos. Afinal, os companheiros haviam sido selecionados por elas pela habilidade em ganhar dinheiro, não por se comunicar bem ou garantir-lhes liberdade. A insatisfação levou ao divórcio, muitas dessas mulheres foram cuidar dos filhos sozinhas e ficaram com raiva dos homens, que não podiam satisfazer suas expectativas elevadas. O movimento feminista despontou politizando essa raiva, batizando-a de opressão da mulher.”

Alexandre Mansur, “Warrenn Farrell: ‘Eles são as as vítimas'”, Época, 31.03.2010.























Um comentário:

  1. Eu apoio o Bolsonaro, ja peguei travesti e achei do caralho kk uma coisa nao tem nao tem nada a ver com a outra

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