> Amamos Travestis: Maio 2017
Amamos Travestis

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domingo, 28 de maio de 2017

Resposta a um leitor sobre dúvidas sobre hormônios para virar travesti


Pena q ela colocou a mão na frente do cuzinho nessa foto q a bunda dela aparece mais de perto. Mas pelo menos tem fto do cuzin dela mesmo q de longe. Cavalona tesuda. Queria dar leitinho na boquinha dela depous de chupar e meter. Imagino nós 2 cansados depois da foda abraçados nos beijando. Ela com os seios no meu rosto e os cabelos da Raika me aquecendo. + uma br. Como tem travesti gostosa no mundo e no Brasil não é diferente.
Sobre a foto dos hormônio talvez seja melhor não sair tomando esse remédio sem mais nem menos. Seria bom procurar 1 médico, mas teria q ser um médico com a mente 1 pouco aberta e explicar q quer virar travesti e tal. As pessoas tem muitas semelhanças em todos os sentido mas tbm temos muitas diferenças e alguns pessoas talvez pudesse apresentar algum problema ao tomar isso. Podem tomar mas seria bom o máximo de cautela nesse caso antes de usar esses medicamentos.

Meus comentários: Vou ver se encontro mais fotos do fiofó da Raika, pra postar aqui. Agora, sobre os hormônios, o natifa, o acetato de ciproterona e a perlutan são superseguros e podem ser usados por qualquer um, sem problemas. Tanto é verdade, que todos esses medicamentos podem ser comprados em qualquer farmácia sem receita médica. Aliás, eles podem até ser comprados pelo site da Ultrafarma, www.ultrafarma.com.br , sem a necessidade de receita, sendo entregues na sua casa pelos correios. O natifa é um repositor hormonal para mulheres na menopausa, que é idêntico ao hormônio natural da mulher, o estrogênio, não necessitando passar pelo fígado para ser metabolizado. A perlutan é um dos anticoncepcionais mais usados pelas mulheres e é vendido sem receita em qualquer farmácia e até pela internet. O acetato de ciproterona é um antiandrogênico, que diminui os niveis de testosterona e pode ser usado também, sem riscos de vida. O único inconveniente da ciproterona é que depois de um certo tempo de uso, ela vai provocar infertilidade permanente. 
O fato é que não adianta procurar um médico para tentar virar uma travesti. À exceção de alguns médicos em grandes centros urbanos do Brasil, que fazem consultas particulares caríssimas, a quase totalidade dos médicos não está nem um pouco interessada nos seus objetivos de feminização. Portanto, você deve buscar a informação na internet mesmo. Existem hormônios que são perigosos e que podem causar danos à saúde e até risco de morte, como o Diane 35, que não deve ser usado nunca. Mas o natifa, a perlutan e a ciproterona são os mais seguros e os mais eficientes, usados pelas travestis, podendo ser utilizados sem receio, nas dosagens indicadas. Obviamente, se você tomar uma injeção de perlutan dia sim e dia não, você vai estoporar o seu corpo e vai morrer. Mas o recomendado é uma dose a cada vinte dias. Portanto, tomando nas doses recomendadas, eles são bem seguros e provocam uma boa feminização.


Aqui está o link da ultrafarma, para comprar a PERLUTAN pela internet: http://www.ultrafarma.com.br/produto/detalhes-182/Perlutan-Injet%C3%A1vel-Com-1-Ampola-De-1-Ml.html



quarta-feira, 24 de maio de 2017

HORMONIOS PARA TRANSEXUAIS ( MTF )















Evolução ao vivo: novas espécies de orcas podem estar surgindo diante dos nossos olhos

Evolução ao vivo: novas espécies de orcas podem estar surgindo diante dos nossos olhos

Noticias Internacional
Yahoo Notícias24 de maio de 2017



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Fatores culturais podem estar diferenciando as orcas como espécieMais

O processo através do qual uma espécie diverge e se converte em outra, ou outras, foi uma das grandes incógnitas da ciência durante séculos. Com a publicação em 1859 de ‘A Origem das Espécies’, de Charles Darwin, começamos a conhecer os mecanismos que operam na evolução da vida.
Em sua passagem pelas Ilhas Galápagos, o jovem naturalista coletou duas pequenas aves da mesma espécie, pertencentes ao gênero Mimus. Uma delas foi capturada na ilha de São Cristóvão, e a outra a cem quilômetros de distância, na ilha Floreana. As duas aves apresentavam diferenças notáveis, que acabaram sendo uma das muitas pistas que levariam Darwin a se perguntar como uma mesma espécie poderia ter mudado tanto de uma ilha para a outra.
Posteriormente, ao finalizar sua expedição, Darwin voltou a constatar estas mudanças em diferentes tentilhões que habitavam cada uma das ilhas que formam o arquipélago. Em seu diário, o naturalista chegou a escrever: “seria possível imaginar que a partir da escassez original de pássaros neste arquipélago, uma única espécie tivesse sido pega e modificada para diferentes finalidades”.

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Os famosos tentilhões de DarwinMais

Este mesmo processo de especiação que Darwin contemplou, no qual uma espécie se transforma em outras diferentes, segue seu curso, e na atualidade podemos reconhecer claramente estes mecanismos em muitas espécies que estão mudando diante dos nossos olhos. Algo fascinante está acontecendo, por exemplo, entre as orcas.
Todos conhecemos a grande inteligência destes cetáceos, mas muitas vezes não temos consciência de uma de suas características mais notáveis: sua cultura.
As orcas são animais culturais, se entendermos como cultura os conhecimentos adquiridos por meio da experiência, aprendizagem e criatividade, que são transmitidos entre grupos, e ao longo de diferentes gerações. Cada grupo de orcas compartilha diferentes técnicas de caça, se comunica de maneira distinta, e até tem seus próprios dialetos.
A partir do ponto de vista biológico, uma espécie é um grupo de populações naturais, cujos membros podem cruzar entre si, e produzir uma descendência fértil. O processo de especiação consiste em que uma espécie única comece a se diferenciar e dar lugar a espécies distintas.
No passado, existiam várias espécies de orcas, mas hoje há apenas uma: a Orcinus orca. O que está acontecendo é que as diferenças culturais entre os grupos e famílias de orcas estão ativando mecanismos evolutivos que, no futuro, podem dar lugar a várias espécies diferentes.

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Família de orcas | Imagem: PixabayMais

Rüdiger Riesch é professor de biologia evolutiva na escola Royal Holloway da Universidade de Londres. Durante uma expedição a bordo do barco Naiad Explorer, na costa da Colúmbia Britânica, Canadá, ele observou uma atitude peculiar de três orcas irmãs que esfregavam seu corpo contra o fundo pedregoso da água. Os especialistas não sabem por que elas fazem isso: pode ser uma maneira de eliminar parasitas, uma forma curiosa de coçar o corpo, ou simplesmente uma diversão.
O que eles sabem é que este hábito não foi observado em nenhuma outra população de orcas do mundo, e só ocorre em orcas que vivem nestas águas, como as irmãs desta família vista perto da costa canadense.
Trata-se de um pequeno exemplo que faz parte de uma ampla gama de condutas observadas entre os grupos de orcas. Algumas caçam de forma conjunta, outras aproveitam as ondas para capturar focas e leões marinhos na Península Valdés, outras aprenderam a usar almadravas para caçar atum, etc. Todos estes são fatores culturais muito diferentes em cada um dos grupos e famílias que compõem uma única espécie.
E aí está a chave do tema: estas diferenças culturais são determinantes na hora da reprodução, já que as orcas preferem acasalar com os animais que compartilham seus mesmos costumes e cultura, e não com membros de grupos diferentes.
O isolamento, a distância geográfica e a hibridação são alguns dos fatores que impulsionam a criação de espécies diferentes das originais. A cultura e os hábitos distintos entre grupos, também podem ser cruciais para o surgimento de novas espécies. Talvez no futuro possamos descobrir que estas diferenças culturais entre as orcas resultaram em duas ou mais espécies, vendo a evolução ao vivo, com nossos próprios olhos, assim como aconteceu com Darwin e as aves que o naturalista analisou.

Javier Peláez


Meus comentários: Não são só as Orcas que estão evoluindo:


































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