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Amamos Travestis

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Travesti Valentina Monsterdick nua


















Folha faz pré-estreia de 'Divinas Divas', filme sobre travestis

Folha faz pré-estreia de 'Divinas Divas', filme sobre travestis

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Rogéria em cena do documentário dirigido por Leandra Leal - Divulgação

16/06/2017 02h00

A Folha realiza, na segunda (19), a pré-estreia do filme "Divinas Divas", de Leandra Leal, seguida de debate.
O documentário, que venceu como melhor filme por voto popular no Festival do Rio e no SXSW, retrata a geração de travestis que se apresentava no Teatro Rival e foi pioneira na cena carioca.
Após a sessão, haverá debate com a diretora e com sete artistas retratadas no filme, entre elas Rogéria e Jane Di Castro. A mediação será da jornalista Anna Virginia Balloussier.
Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca - R. Frei Caneca, 569, 3° piso, Consolação, região central, tel. 3472-2359. Seg.: 20h. Retirar ingressos com 1h de antecedência. GRÁTIS

Carne, tinta e papel: livro sobre o surgimento das travestis em Fortaleza é lançado no Cineteatro São Luiz

Carne, tinta e papel: livro sobre o surgimento das travestis em Fortaleza é lançado no Cineteatro São Luiz
15/06/2017 16:05RUBENS RODRIGUESLITERATURA, LIVRO, NOTÍCIA
Lançamento terá performance da artista Rayanna Rayovack (Imagem: Divulgação)

No próximo dia 23 de junho, o Cineteatro São Luiz Fortaleza recebe o lançamento do livro Travestis: carne, tinta e papel, do historiador cearense Elias Ferreira Veras. A publicação aborda o histórico surgimento da figura da travesti na Capital durante os anos 1980. O evento vai contar com a performance da artista Rayanna Rayovack interpretando sucessos da época. Livro será vendido a R$ 45.
“Analiso a emergência do sujeito travesti em Fortaleza, seu surgimento como nova personagem público-midiatizada e estigmatizada, na passagem do tempo das perucas para o tempo dos hormônios, este último, chamado de tempo farmacopornográfico (virada da década de 1970 para 1980)”, explica o autor. A obra é resultado da tese de doutorado de Elias Veras em História Cultural pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Veras explica que, até os anos de 1960, o termo travesti era utilizado entre “‘bichas’ e ‘alegres rapazes’, para empregar expressões da época, para designar uma prática eventual, restrita aos espaços privados ou provisórios do Carnaval”. Na década seguinte, a expressão passa a designar uma nova identidade, com os meios de comunicação dando visibilidade à experiências como as transformações corporais e o “glamour” das diferentes festas que se tornaram meios de sobrevivência econômica e reconhecimento social.
Carne, tinta e papel, subtítulo da publicação, aponta justamente para essa figura sendo atravessada por “tecnologias da carne”, a exemplo de hormônios e silicone, “mas também tecnologias do discurso, como o da imprensa”.
Para a presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH), Luma Andrade, Elias analisa o período com maestria, “problematizando uma série de fontes históricas como jornais, revistas, obras literárias e antropológicas, além das narrativas orais das travestis”. Também professora da Unilab, Luma Andrade tem autoridade no assunto. Ela é a primeira professora doutora travesti do país.
O lançamento, que ocorre no hall do histórico Cineteatro São Luiz, terá um preço melhor para quem quiser adquirir o livro. Travestis: carne, tinta e papel será vendido a R$ 45 no evento. Depois, estará a venda no site da Editora Prismas por R$ 52.

Serviço

Lançamento do livro Travestis: Carne, tinta e papel.
Data: Sexta-feira, 23 de junho, às 18 horas
Local: Cineteatro São Luiz
Preço de lançamento: R$ 45
Após o lançamento: R$ 52 no site da Editora Prismas

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