> Amamos Travestis: Janeiro 2018
Amamos Travestis

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domingo, 28 de janeiro de 2018

Padre Fabio de Melo humilha Silas Malafaia




Não existe nada mais belo e admirável, do que um homem que não precisa de mulher para viver. Nada é mais libertador do que se libertar da escravidão do desejo pelas mulheres. O homem que não precisa de uma mulher para viver é um homem verdadeiramente livre. Seja pelo voto de castidade, como os Padres da Igreja Católica fazem, seja amando as nossas belíssimas travestis. Podemos até precisar das mulheres; mas não queremos mais as mulheres, não amamos mais as mulheres. O feminismo transformou as mulheres nas inimigas dos homens. Mas nós nos vingaremos das feministas e varreremos o feminismo da face da Terra.

Feminista que odeia Travestis, diz em video que ser mãe é um saco

Feminista que odeia Travestis, diz em video que ser mãe é um saco:



Essa Feminista é muito prolífica em videos no youtube, principalmente criticando travestis e crianças. Segundo ela, as travestis são piores do que os masculinistas, porque estariam destruindo o feminismo por dentro. Além disso ela ridiculariza as travestis e os videos de transição que ela encontrou no youtube de homens que viraram de travestis:



Essa moça defende abertamente o feminismo radical e ridiculariza quem chama as feministas de TERFs, que é uma sigla que significa mais ou menos Feministas Radicais que excluem Travestis, em inglês.



O nome dela no Youtube é Fêmea Humana. A minha conclusão é que - tirando aquele video odioso em que ela diz que odeia ser mãe, e aquele em que ela ridiculariza as Travestis,- sobre o video no qual ela diz que as travestis não podem ser feministas, ela está certa. É um absurdo termos Travestis se dizendo feministas ou Transfeministas. O feminismo é, por definição, o ódio contra os homens, não importa se são homens ricos, pobres, poderosos ou fracos, sadios ou doentes, heteros ou gays ou transgêneros: o feminismo é o ódio puro e simples contra todos os homens, assim como o nazismo é o ódio contra os judeus. Por isso, toda travesti tem o dever de lutar sempre contra o feminismo e contra o transfeminismo e devem apoiar o masculinismo e o Transmasculinismo, que são os únicos lugares em que são bem vindas. O feminismo e as feministas são inimigas de todos os homens e mulheres de bem. Sejam homens heteros ou homens gays, sejam homens brancos ou negros, sejam travestis, sejam transexuais operadas, as feministas nos odeiam pelo nosso código genético, porque temos cromossomos XY e não XX. Por isso é nosso dever, de todos os homens do planeta, sejam eles heteros ou homossexuais, sejam eles travestis ou transexuais, se unirem para varrer o feminismo da face da Terra, assim como os Estados Unidos, a Grã Bretanha e a União Soviética se uniram para varrer o nazismo da face da Terra. Não descansaremos enquanto houver uma única feminista nesse planeta. Nosso objetivo não é um feminismo enfraquecido; mas sim um feminismo EXTINTO!
As feministas estão Marchando no mundo todo contra os homens e contra as travestis. Deixem que elas marchem. Nós já lidamos com gente da laia delas antes:








sábado, 27 de janeiro de 2018

Qual é o maior objeto de desejo do século XXI?


Será?


















Visitem o site Eu Travesti

Bom galera, já faz algum tempo que recebo comentários bem legais da travesti Maria Clara, falando do site dela, o Eu Travesti: https://eutravesti.blogspot.com.br/
Hoje eu fui dar uma olhada no site dela e achei muito bom. Ela captou de forma brilhante a nossa doutrina do Transmasculinismo e do Transfisiculturismo e está produzindo um conteúdo bem legal no site dela. Recomendo que todos visitem.
Ela é a primeira pessoa que verdadeiramente compreendeu o propósito do Transmasculinismo e do Transfisiculturismo que eu criei. Ela dá umas dicas muito boas de feminização, que eu até fiquei com vontade de juntar umas coisas que ela colocou no site dela, combinar com outras coisas minhas e criar uma revistinha impressa, do tipo fanzine, feita por fotocópia mesmo, para aumentar o número de travestis nas localidades em que residimos, e não ficarmos mais limitados só à internet.
Olhem só o símbolo do site dela:


Já o simbolo do nosso site Amamos Travestis é o símbolo do Transmasculinismo:

TRANSMASCULINISMO

Ah, eu vi que a Maria Clara usou alguns memes que eu criei na época do meu site Feminismo Diabólico, que a propósito, voltou ao ar. Olha Maria Clara, você está autorizadíssima a usar qualquer meme ou qualquer conteúdo nosso, aonde você quiser, sem pedir permissão e sem precisar pagar nenhum tostão. Só peço que, em reciprocidade, sempre coloque links para o nosso site Amamos Travestis e, eventualmente, para o Feminismo Diabólico: www.feminismodiabolico.org






sábado, 13 de janeiro de 2018

Playboy. A mulher mais sexy do mês já foi um homem




A Alemanha surpreendeu o mundo das publicações masculinas: a protagonista da edição de janeiro da Playboy é Giuliana Farfalla, uma modelo transexual, que nasceu homem. Mas este não é um caso único
“Numa altura de conservadorismo e repressão, existia uma vontade de explorar algo diferente. Esse é o segredo por detrás do sucesso da ‘Playboy’”. Esta foi uma das frases que o norte-americano Hugh Hefner, fundador da revista masculina, usou para definir a publicação, durante uma entrevista ao jornal britânico “Telegraph”. Para celebrar a diferença, a publicação decidiu começar a apostar em novos modelos, cada com a sua identidade.
A versão alemã da publicação anunciou esta semana que a capa da edição de janeiro é protagonizada por Guiliana Farfalla. É provável que nunca tenha ouvido falar nesta pessoa, mas é um dos nomes que tem circulado mais na internet nos últimos dias. Isto porque Giuliana é a primeira transexual a aparecer na capa da revista masculina alemã.
Pascal Radermacher (o nome de Farfalla quando ainda era um rapaz) nasceu em 1996, no ducado de Brisgóvia, na Alemanha. Durante a sua participação no programa ‘Germany’s Next Top Model’, apresentado pela modelo Heidi Klum, a aspirante a manequim revelou que se submeteu a operações para mudar de sexo quando tinha 16 anos: “Quando era criança, sentia que vivia no corpo errado”, explicou na altura, reforçando o facto de se ter candidatado a este programa televisivo para incentivar outros transgéneros e transexuais a assumirem a sua verdadeira identidade e a não terem medo de se expor.
“Esta é uma mulher especial”, disse Florian Boitin, editor principal da versão alemã da Playboy, citado pela imprensa local. Com esta edição, o objetivo da revista é seguir a “tradição do fundador da Playboy, Hugh Hefner, que foi um defensor da liberdade de cada indivíduo, assumindo-se contra qualquer forma de exclusão ou intolerância”, acrescentou o responsável.
Para anunciar a novidade, Farfalla publicou uma simples frase na sua conta no Instagram: “Meus queridos, apareço na última capa da Playboy e estou muito orgulhosa do resultado. Espero que gostem da capa tanto quanto eu”. A edição de janeiro vai hoje para as bancas.
‘Não sabia que havia tantos transfóbicos’ Esta não é a primeira vez que a Playboy arrisca: em novembro do ano passado, a modelo francesa Ines Rau tornou-se o primeiro membro da comunidade transgénero e transexual a ser a protagonista de uma edição norte-americana da revista.
Rau nasceu em 1990, em Paris. Tinha 24 anos quando posou pela primeira vez nua, ao lado do modelo norte-americano Tyson Beckford para a OOB, uma publicação francesa. No ano seguinte, em 2014, o seu nome também apareceu na Playboy – o artigo onde surgiu chamava-se ‘Evolução’ e tinha como objetivo chamar atenção para a existência de outras identidades de género. Rau tornou-se a segunda manequim trans a aparecer na revista masculina, depois de, em 1981, a britânica Carolina Cossey ter posado para a publicação.
A revista já encara a identidade de género de outra forma e faz questão de enaltecer aqueles que querem ser vozes ativas na comunidade. “Ines Rau está muito ligada à filosofia da nossa revista. Elegê-la playmate era a decisão correta. Vivemos momentos em que as questões relacionadas com identidade de género estão a desenvolver-se”, explicou ao “New York Times” Cooper Hefner, filho do fundador da Playboy e atual diretor executivo da publicação.
No entanto, esta decisão da Playboy parece não ter agradado a muitos leitores: “Ser escolhida para aparecer na Playboy foi o melhor elogio que me podiam ter feito (…) Mas recebi muitos comentários maldosos. Não fazia ideia que havia tantos ‘transfóbicos’. Sabia que tínhamos um longo caminho a percorrer até chegar à meta – altura em que as mulheres trans serão encaradas apenas como mulheres –, mas nunca imaginei que ainda estivéssemos tão mal”, disse a manequim francesa na altura.
Itália no primeiro lugar A edição alemã deu agora um passo importante na forma como assuntos relacionados com o género são abordados nas revistas masculinas, a publicação norte-americana teve um grande impacto por ser a ‘mãe’ de todas as outras e aquela que mais leitores atrai, mas a edição italiana foi a primeira a dar o passo e a incluir uma mulher transexual na capa.
A atriz Vittoria Schisano foi a protagonista da edição de fevereiro de 2016, aos 32 anos. Nascida em Nápoles, em 1983, o nome de batismo de Vittoria era Giuseppe em Pomigliano D’Arco. A sua carreira nas artes performativas começou ainda como Giuseppe, mas em 2011, numa entrevista ao “Corriere della Sera”, revelou que ia começar um processo de mudança de sexo, assumindo-se assim como transexual.
Transexuais ou Transgéneros? Estes são todos casos de mulheres que usaram a Playboy para passar uma mensagem: todos têm direito a assumir a sua verdadeira identidade. Mas algumas notícias que surgiram referiam-se a estas modelos como transexuais, enquanto outros artigos descreviam-nas como transgéneros. Qual é a diferença?
De acordo com informação disponibilizada no site da International Society of Sexual Medicine, o termo transexual refere-se a uma pessoa que se submete a tratamentos e cirurgias para alterar o seu corpo e passar do sexo masculino para o feminino ou vice-versa. Já o nome transgénero é dado a quem altera a sua aparência e a forma como se vê e interage com os outros, sem realizar qualquer tipo de operação.
A própria associação explica que os termos variam consoante quem os usa: “Algumas pessoas defendem que a palavra transexual não deve ser associada a transformações físicas. Alguns transsexuais já não se referem a eles próprios como tal depois de se submeterem a cirurgias, preferindo optar pelos termos ‘homem’ e ‘mulher’. Além disso, as palavras também vão ganhando um novo significado com o passar do tempo e com as mudanças culturais que vão sendo implementadas. O que é considerado um comportamento tipicamente masculino ou feminino numa cultura pode ser visto como algo anormal noutra. E o que representava uma expressão de género há um século pode já não o ser hoje em dia”.
Segundo informação divulgada na internet (mas não confirmada pelas próprias), as três modelos submeteram-se a operações para mudarem de sexo. Mas os termos aqui pouco interessa: transgéneros ou transexuais, elas sentem-se, acima de tudo, mulheres.

Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/595895/playboy-a-mulher-mais-sexy-do-m-s-ja-foi-um-homem
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