> Amamos Travestis: Setembro 2019
Amamos Travestis

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Camila de Castro Uma Quase Mulher


Convidando o amigo para brincar em casa

Lembram daquela época em que a gente convidava o melhor amigo para brincar em casa, de guerra, de construir a casa na árvore, de jogar video game? Agora a gente pode convidar o melhor amigo para brincar disso aqui:


Quantos homens uma travesti pode satisfazer?




Quantos homens uma travesti pode satisfazer sexualmente?

"contou Vivian Pimenta, 21, que há um ano faz programas na Barra pelo preço de R$ 50...
o faturamento mensal dos travestis, que chega a R$ 300 por noite e até R$ 6 mil por mês, dependendo da freqüência dos clientes. As informações são do jornal O Dia." Fonte: https://www.correiodoestado.com.br/noticias/caso-ronaldo-travesti-triplicou-o-valor-do-programa-enquanto-outras/19382/

Considerando os valores acima, de 300 reais por noite a 50 reais o programa, dá uma média de 6 programas por dia. Em um mês seria 120 programas, para ganhar R$ 6 mil reais por mês. Supondo que seja um cliente diferente de cada vez, isso daria satisfação sexual a 120 homens por mês para cada travesti. É claro que existem muitas variáveis. Algumas travestis mais bonitas cobram mais, algumas não vão querer trabalhar todos os dias, algumas podem fazer sexo com dois ou mais homens ao mesmo tempo, como no video acima. Mas um ponto todos concordamos: uma travesti satisfaz mais de um homem sexualmente. Ela pode até ter o namoradinho fixo; mas ao fazer programas ela satisfaz mais do que um homem. Isso de fato ocorre; mas não impede que algumas travestis vão querer de fato ser monogâmicas e ficar com um homem só.
Acredito que isso vai começar a aumentar à medida que rapazes de classes sociais mais abastadas se tornarem travestis. Muitos vão querer ter empregos normais e vão querer fazer sexo apenas baseado em atração e sentimento. Atualmente, o grosso da matéria prima brasileira de fabricação de travestis vem de classes sociais mais baixas, cuja preocupação financeira é a mais importante. Mas essas travestis de primeira e segunda geração resolveram um grande problema de engenharia para todos nós: Como se transformar numa travesti. Essas travestis de primeira geração já nos indicam o caminho das pedras: perlutan, espironolactona, climene, natifa, estrell, feminização facial, lipoescultura, silicone no bumbum. São etapas de um processo, uma jornada, que tem um começo, um meio e um fim, que é a transformação em travesti. Por isso gosto também de usar a palavra Transfisiculturismo para se referir ao processo de transformação em travesti, porque em muitos aspectos se assemelha às jornada de um fisiculturista. Com a diferença que  não é a frequencia à academia que vai gerar os resultados desejados; mas sim tomar hormônios femininos, dietas, massagens modeladoras, maquilagem, cirurgias plásticas etc. 
Os números usados nesses cálculos são baseados apenas na prostituição, sem considerar envolvimento emocional com a travesti. Mas uma travesti satisfazendo 120 homens diferentes por mês, significaria que precisamos de menos de um milhão de travestis para satisfazer sexualmente todos os homens do país. É claro que este é um cálculo ideal, e que na realidade não é bem assim. Mas uma coisa é certa: não atingiremos o número mínimo de travestis necessário para todos os homens numa sociedade monogâmica. Ou isso seria muito dificil ou improvável. Por este motivo, eu acredito que nós devemos nos adaptar ao nosso meio. Os esquimós tem uma prática chamada de casamento esquimó ou casamento coletivo, aonde qualquer homem da aldeia que visita um amigo, o amigo tem a obrigação de oferecer a própria esposa para passar a noite com o convidado. Todos os esquimós são cornos mansos. Talvez, por viverem numa sociedade que fica em cima do gelo, sob constante mudança e não na terra firme, não podendo formar rebanhos, ou propriedades, os esquimós desenvolveram uma cultura da partilha aonde compartilham tudo: até as esposas com todos os membros da aldeia. A meu ver, e eu posso estar total ou parcialmente enganado sobre isso, a sociedade travesti que devemos almejar é aquela aonde a bigamia seja legalizada e os casamentos deverão ser abertos, para que as travestis casadas possam satisfazer sexualmente outros homens fora dos casamentos. Cada travesti deverá ter dois maridos fixos, oficiais; mas ela poderá fazer sexo com quem quiser fora desse casamento.
Penso eu que essa solução, apesar de repugnar algumas mentes, por causa do ciúmes, é a que traria mais mudanças significativas à nossa sociedade, no sentido de libertar os homens da necessidade de sexo com as mulheres, retirando delas o poder que elas possuem sobre os homens. Isso terá a vantagem ainda de que o patrimônio do casal de três pessoas vai crescer mais rápido do que se fosse de apenas dois, porque não haverão crianças e serão três fontes de renda somando na família e não uma ou duas. 
Mas isso tudo são especulações. Realmente seria muito construtivo se os nossos leitores deixassem nos comentários suas opiniões sobre isso, se acham que pode dar certo ou não, ou se tem uma idéia melhor. Porque eu acredito que quanto mais idéias nós tivermos para solucionar um problema, mais possibilidades teremos de encontrar uma solução. E o problema é: como será a sociedade travesti do futuro? Será uma adaptação da sociedade atual? Monogâmica? Poderíamos explorar alternativas como a bigamia ou a poliandria? Eu sei que poliandria é o termo para mulher com vários maridos; mas como as travestis farão o papel de mulher, então...
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